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22/07/2022

Manifestação em Defesa da Democracia
 

A história recente do País mantém vivo nas mentes dos seus cidadãos o quanto essencial é o respeito pelas instituições e a observância dos fundamentos do Estado Democrático de Direito. Os tempos obscuros vividos na ditadura foram ultrapassados, o País se reergueu e a democracia foi restabelecida de forma vigorosa. Tudo ao amparo do mais absoluto respeito aos princípios republicanos, à harmonia entre os Poderes, à liberdade de imprensa e à integridade, transparência e eficiência dos pleitos eleitorais. As urnas eletrônicas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) imputam ao sistema eleitoral brasileiro absoluta confiabilidade e fidedignidade, fato esse demonstrado pelo revezamento no poder de agentes políticos seguidores das mais diversas ideologias após a redemocratização. Desde a sua implantação, em 1996, não há registro de qualquer indício comprovado de comprometimento da higidez e segurança das urnas eletrônicas nem da realização de fraudes ou manipulação na consolidação de resultados. Pelo contrário, o voto eletrônico vem atribuindo, durante todo esse tempo, absoluta legitimidade à vontade popular na escolha dos seus governantes e representantes, ao ponto de ter sido rechaçada pelo Congresso Nacional a necessidade de adoção do voto impresso, pela óbvia involução que dela decorreria. Coube ao TSE, por sua vez, a condução dos processos eleitorais, função essa que vem sendo por ele exercida de forma republicana, eficiente e com a mais absoluta lisura. Não há espaço para retrocessos e ameaças ao Estado Democrático de Direito. A democracia e suas instituições asseguram o convívio de todos, independentemente das ideologias e posições políticas adotadas. Ela só não admite a convivência com quem pretenda aniquilá-las.

São Paulo, 22 de julho de 2022  

Gustavo Brigagão Presidente Nacional do CESA Cristiane Romano Vice- Presidente Nacional do CESA